Técnico em Recursos Humanos

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Planejamento de carreira

Mundo do trabalho

É muito comum ouvirmos o termo mundo do trabalho, não é mesmo?

Este conceito compreende todos os processos sociais inerentes à realização de um trabalho. Isto é, ele é composto por duas diferentes dimensões: o mercado de trabalho e o mercado de recursos humanos.

Segundo Chiavenato (2005, p.144), “se o mercado de trabalho são as oportunidades de emprego que as empresas proporcionam, o mercado de recursos humanos é o conjunto de profissionais que oferecem seus conhecimentos e habilidades a essas vagas de emprego”.

Em outras palavras, mercado de trabalho é o conjunto de vagas que existem em um determinado lugar, durante um determinado momento. Já o mercado de recursos humanos caracteriza-se pelo número de candidatos que se disponibilizam a preencher essas vagas.

Tanto o mercado de trabalho quanto o de recursos humanos podem se encontrar em situação de oferta ou de procura. Por exemplo:

Mercado de trabalho

Quando as organizações possuem um grande número de vagas a serem preenchidas, dizemos que o mercado de trabalho está em situação de oferta.

Quando há poucas oportunidades de trabalho, dizemos que o mercado de trabalho está em situação de procura.

Mercado de RH

Quando existe um número elevado de candidatos para determinada vaga de emprego, dizemos que o mercado de RH está em oferta.

Por outro lado, quando há poucos candidatos, dizemos que o mercado de RH está em procura

Para entender a situação do mercado de recursos humanos, basta saber que ele é um espelho do mercado de trabalho. Isto é, se o mercado de trabalho estiver em oferta, o mercado de RH, automaticamente, estará em procura e vice-versa.

A área de recursos humanos tem como objetivo principal administrar as relações da organização com as pessoas que a compõem, consideradas hoje em dia parceiras do negócio. Logo, o profissional de recursos humanos deve agregar, aplicar, recompensar, desenvolver, manter e monitorar pessoas.

Para tanto, além da qualificação em recursos humanos, este profissional deve possuir determinadas características cognitivas e posturais para ter um bom desempenho.

Teste: Descubra se você tem o perfil para ser um bom profissional de RH

Marque as características que você acredita que possui:

As principais formas crescimento dentro das organizações são denominadas de crescimento vertical e crescimento horizontal. No entanto, existem diversas estruturas hierárquicas que são compreendidas conforme o tipo de carreira adotado. Observe no infográfico a seguir:

O que é carreira? Conheça o conceito, os tipos e as essências de carreiras

Carreira vertical: ocorre quando o profissional é promovido a posições hierarquicamente superiores (de maior valor agregado), o que implica mudanças nos níveis de responsabilidade e complexidade do cargo.

Carreira horizontal: também conhecida pelo termo “vida útil no cargo”, a carreira horizontal se dá quando o profissional evolui no mesmo cargo que ocupa, em decorrência do desenvolvimento das competências e entrega naquilo que ele já vem desenvolvendo.

Carreira em Y: surgiu com o objetivo de valorizar os cargos pela sua contribuição para o desempenho do negócio, independentemente de serem “chefes” ou não. Ocorre conforme a lógica da carreira vertical, havendo um direcionamento para dois enfoques, sendo um de gestão e o outro técnico. Carreira em paralelo: ocorre de forma similar a carreira em Y. Entretanto, há um direcionamento para três enfoques, sendo eles de gestão, técnico e administrativo/operacional.

Essências de carreira: também conhecidas como estruturas hierárquicas, as essências de carreira subdividem-se em três enfoques:

Exemplos:

Carreira em Y: Estagiário de RH – Assistente de RH – Analista de Recrutamento e Seleção - Analista em folha de pagamento

Carreira em paralelo: Estagiário de RH – Assistente de RH – Analista de Recrutamento e Seleção – Gestor - Analista em folha de pagamento Supervisor - Analista de treinamento e desenvolvimento – Coordenador.

Formas de inserção no mercado de trabalho

Agora que você já conhece as dimensões do mundo trabalho e os diferentes tipos de carreira, é preciso conhecer as formas de ingressar no mercado, certo?

Um profissional de recursos humanos pode atuar como autônomo ou com vínculo empregatício. Você deve pensar nos prós e contras de cada sistema de trabalho para que possa gerenciar corretamente a sua carreira.

Como autônomo você pode prestar consultorias para empresas, em atividades voltadas ao alinhamento das políticas de RH, como recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento e avaliação de desempenho, por exemplo.

Nesse caso, você também precisa pensar na parte burocrática, ou seja, nos contratos de prestação de serviços, na cobrança, emissão de documentos e tudo que está implicado. Inclusive a prospecção dos clientes. Significa que você também é responsável por sua clientela.

Figura 1– Consultor de recursos humanos
Fonte: Disponível em: <www.visualhunt.com>. Acesso: 24 nov. 2016.

Representação de um homem sentado em frente a um notebook, representando um consultor de recursos humanos.

Há também a opção de trabalhar como colaborador em uma empresa. Neste caso você atenderá principalmente os clientes internos e em alguns casos os clientes externos do seu empregador.

Os clientes internos são todas as pessoas que fazem parte da organização, compreendendo até mesmo os funcionários terceirizados. Já os clientes externos são todos os que mantêm a empresa financeiramente, seja pela compra de produtos ou uso de serviços.

Dependendo da empresa, você poderá desempenhar diversas atividades de recursos humanos, sendo um profissional multifuncional, bem como poderá atuar em uma área específica como o Departamento Pessoal, por exemplo, que é o responsável pelas atividades voltadas à folha de pagamento.

Agora, o melhor a fazer é começar a planejar sua carreira como técnico em recursos humanos, pensando calmamente qual será a melhor opção para você. Muitos começam como estagiários para adquirir experiência. Enfim, os caminhos são muitos. O importante é estar preparado para ser um excelente profissional, independente do caminho que você escolher.

Preparação de currículos

O currículo profissional deve promover uma boa impressão, mesmo antes de o candidato ser entrevistado pessoalmente, já que se trata do seu “cartão de visitas” profissional.

A finalidade do currículo é chamar a atenção do recrutador sobre o que ele está lendo, a ponto de despertar o interesse para uma entrevista. Por meio do currículo, o recrutador poderá decidir se o profissional possui realmente as características desejadas para a função.

Ao elaborar um currículo, deve-se pensar previamente em alguns itens como:

Dicas de como preencher cada etapa do seu currículo

Dados pessoais

É o início do currículo, espaço em que você deve se apresentar com seu nome completo, idade, estado civil, endereço, cidade, região, telefone (celular, residencial ou para recados) e e-mail.

Caso você não possua telefone, disponibilize um contato para recados.

Certifique-se de acessar seu e-mail pessoal frequentemente, no caso de colocá-lo como contato no seu currículo.

Objetivo

Neste tópico, você precisa escrever de forma direta para que a empresa veja qual é a sua posição de interesse. Ou seja, qual a sua área de atuação e suas expectativas profissionais. Não precisa ser muito extenso (em geral uma ou duas linhas).

Procure não especificar o cargo em si neste espaço, pois você pode perder oportunidades em função desta delimitação.

Todas as informações do seu currículo devem estar alinhadas com o seu objetivo profissional.

Perfil profissional

É importante que você aproveite esse espaço para colocar informações positivas sobre sua carreira. O objetivo é chamar atenção para que o recrutador leia o seu currículo até o final. Nesse item, você deve pensar em quais habilidades, conhecimentos e experiências você possui e quais seriam positivas para exercer o cargo. Ou seja, escreva como você se vê, em relação à atitude, dinamismo, postura ética etc.

Formação acadêmica

Coloque o último grau de escolaridade que possui. Mencione cursos técnicos, pós-graduação, MBA etc. Para apresentar qualquer formação acadêmica no currículo você deve inserir apenas quatro dados:

Experiência profissional

Neste item, escreva suas experiências profissionais anteriores em outras empresas. Quanto mais objetivo você for mais chances terá. Elas devem ser inseridas em ordem cronológica, a partir da mais recente para mais antiga.

A primeira informação deve ser o nome da empresa, em seguida o cargo, a data de início e fim do vínculo com a empresa. Destaque situações como efetivação e promoções, pois mostram que você realizou um bom trabalho na empresa.

Se você não possui experiências anteriores pode citar eventuais trabalhos em empresa júnior ou no centro acadêmico da escola, colocando as funções e responsabilidades que tinha.

É muito importante não se limitar a dizer qual era o cargo ocupado, mas sim contar o que você fez na prática, pois estas informações podem fazer a diferença para que o seu currículo desperte o interesse do recrutador.

Não deixe faixas (de tempo) sem explicação: Na descrição das experiências profissionais, é importante não deixar nenhum período “em aberto”. Por exemplo, se você escreveu que trabalhou numa empresa de 2007 a 2010, e só menciona o próximo vínculo empregatício em 2013, o recrutador vai se perguntar o que aconteceu nesses 3 anos da sua vida.

Cursos complementares

Cursos extracurriculares ou de curta duração e workshops podem ser informados. É importante mencionar o nome da instituição, mês e ano de início e término e também a carga horária.

Mesmo entre os cursos complementares é importante manter a relevância entre curso e vaga, ou seja, não coloque um curso de gastronomia para uma vaga de recrutador.

Idiomas

Seja honesto e indique seu real conhecimento do idioma, pois o recrutador poderá testá-lo durante a entrevista. A fluência pode ser classificada como: básico, intermediário, avançado e fluente.

Informática

Especifique os softwares que você domina.

Outras informações

Neste campo, você pode informar experiências internacionais e/ou trabalhos voluntários, desde que tenham relação com a vaga ou que destaquem suas qualidades.

O que você não deve colocar no seu currículo

Outras dicas

Como participar de um processo seletivo

A primeira coisa a fazer é uma pesquisa de mercado para descobrir se há alguma oportunidade de trabalho que corresponda ao seu perfil profissional.

Dicas para uma pesquisa mais ampla:

Neste momento, você já conseguiu ter uma ideia se a situação do mercado é de oferta ou de procura. Então, o próximo passo é a análise das exigências das organizações.

Verifique quais são as habilidades mais solicitadas em anúncios de emprego. Desta forma você conseguirá estabelecer prioridades em relação aos cursos e qualificações a serem realizados.

O último passo, mas não menos importante, é o planejamento das ações de marketing pessoal, ou seja, consiste na estratégia usada para vender a imagem e influenciar a forma como as outras pessoas percebem você, visando expor habilidades, visibilidade e competências profissionais pretendidas pelas empresas.

Marketing pessoal:

Um e-mail de apresentação é uma ferramenta tão importante quanto o currículo, pois na apresentação você terá a oportunidade de mostrar quem é você, ressaltando suas experiências e qualidades. Você pode elaborar um e-mail de apresentação conforme o exemplo abaixo:

Prezados (as),

Visualizei a vaga de assistente de RH através do site vagas e gostaria de me candidatar a esta oportunidade. Ressalto que sou uma pessoa responsável, comprometida e possuo muita vontade de aprender.

Segue em anexo meu currículo para sua análise.

Estou à disposição para uma entrevista presencial.

Atenciosamente, Nome completo

Entrevista de emprego

Algumas vezes estamos procurando e em outras simplesmente acontece aquela entrevista de emprego. Daí você se pergunta: O que eu faço? Vamos tentar elucidar esta questão.

A entrevista é o momento central de um processo seletivo e consiste em um diálogo conduzido, o qual objetiva obter informações do candidato. Essa técnica é praticada após a triagem de currículos, ou seja, quando o número de candidatos a disputar uma vaga já diminuiu bastante. Dependendo do cargo, o candidato poderá ser entrevistado por mais de uma pessoa, até mesmo por uma equipe de entrevistadores.

Representação de dois homens sentados um de frente para o outro, simulando, na imagem, uma entrevista de emprego entre recrutador e candidato.

Figura 3 – Entrevista de emprego

As entrevistas são classificadas em:

É o diálogo em que o entrevistador procura não influir nos comentários do entrevistado, deixando-o com total liberdade para encaminhar o assunto.

É o diálogo em que o entrevistador dispõe de um conjunto de perguntas padronizadas com um conjunto estabelecido de respostas.

É o diálogo em que o entrevistador apresenta uma situação hipotética ao entrevistado e ele deve relatar como reagiria diante dessa condição proposta pelo entrevistador.

É o diálogo em que um conselho de entrevistadores faz perguntas e observa um único candidato.

Não dirigida: É o diálogo em que o entrevistador procura não influir nos comentários do entrevistado, deixando-o com total liberdade para encaminhar o assunto.

Estruturada: É o diálogo em que o entrevistador dispõe de um conjunto de perguntas padronizadas com um conjunto estabelecido de respostas.

Situacional: É o diálogo em que o entrevistador apresenta uma situação hipotética ao entrevistado e ele deve relatar como reagiria diante dessa condição proposta pelo entrevistador.

Coletiva: É o diálogo em que um conselho de entrevistadores faz perguntas e observa um único candidato.

Atualmente, muitas empresas estão utilizando a entrevista com foco em competências. Neste modelo, são feitas perguntas para investigar se as características e atribuições requeridas para o preenchimento da vaga também estão presentes nas experiências vividas pelo candidato.

“A entrevista por competências é uma técnica que visa investigar se as experiências e os comportamentos dos candidatos são compatíveis aos pré-requisitos desejáveis para determinada função. Exemplo: para avaliar competências que identificam o relacionamento interpessoal de um candidato, pode-se questionar se ele já teve problemas de convivência com algum colega de trabalho, dentre outras perguntas possíveis de serem feitas para avaliar essa competência” (RABAGLIO, 2001, p.23).

Lembre-se: o momento da entrevista é sempre mais formal. Mesmo que a empresa não tenha uma aparente formalidade, você não é conhecido por ela e vice-versa. Este não é um momento unilateral. Da mesma maneira que está sendo avaliado, você também está avaliando a empresa que está se candidatando.

Este é um momento em que a apresentação é o que mais importa. Mesmo que não consiga ser contratado desta vez pela empresa, não significa que não terá outra oportunidade. Não podemos jamais descartar a possibilidade de ser lembrado positivamente pelo entrevistador.

Então, preste atenção nestas dicas para fazer uma boa apresentação numa entrevista. A maior parte delas são dicas comuns, mas que têm uma pequena particularidade quando falamos de uma entrevista para uma vaga em Recursos Humanos.

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Chegar atrasado é uma gafe imperdoável. Se você quer a vaga e chega atrasado, o que você vai fazer se for contratado? Bom, se você percebeu que vai se atrasar por causa do trânsito ou algum motivo forte, avise. E não se esqueça de pedir desculpas por isso. Chegar atrasado e não pedir desculpas é inaceitável.

Significa que você não pode falar mal do seu empregador anterior. Isto pode levar a sua não contratação, não importa o quanto o entrevistador possa ficar curioso sobre como é ou era ruim seu trabalho anterior ou atual. A pessoa pode até querer conversar sobre isso, mas na hora da seleção, você será descartado. Se você fala mal do anterior agora, certamente falará mal se sair da empresa que está se candidatando. Esta atitude fecha portas. Não estamos dizendo aqui para ser desonesto ou mentiroso. Apenas que você deverá ter cuidado e precisará medir suas palavras.

Quem está entrevistando, leu o seu currículo e vai testar você. Vai fazer perguntas-chave sobre seu trabalho e seu conhecimento e experiência. Então, seja direto, não minta e seja coerente em todas as respostas sobre sua carreira até o presente momento. Não tem experiência? Então diga a verdade. Diga que está estudando recursos humanos e busca a oportunidade para seu crescimento pessoal e profissional. Valorize então, seu currículo acadêmico, expondo os trabalhos que realizou durante o curso, experiências, enfim, tudo que poderá enriquecer seu currículo.

Autoconfiança é uma coisa. Todo mundo gosta de alguém que sabe do que está falando, mas ninguém suporta alguém que fica contando vantagem. Que fez isso, aquilo e sabe tudo e é melhor que todo mundo. Se vangloriar soa como arrogância e alguém arrogante não tem capacidade de trabalhar em equipe. Quem trabalha com RH trabalha na maioria das vezes em equipe. Quem contrataria alguém arrogante para cuidar de seus clientes internos e externos?

Na verdade, a falta dela. Quase uma regra, recrutadores perguntam a faixa salarial pretendida. Dizer qualquer valor, não ajuda. Na verdade, pode passar até mesmo insegurança do candidato. Então, seja firme ao falar sua pretensão salarial e justifique o porquê de considerar que merece ganhar o que está propondo.

Pode parecer estranho, mas não perguntar nada sobre o empregador pode parecer desinteresse pela vaga e pela empresa. Claro que não significa perguntar coisas banais. Pergunte sobre as funções que vai desempenhar e sobre a estrutura da empresa.

Nunca pressione seu entrevistador. Nem na entrevista e nem depois. O processo de seleção não acontece só ali, mas todo o comportamento, durante a procura da pessoa certa para aquela vaga, é considerado. Então, evite ficar ligando ou mandando e-mails insistentemente para perguntar qual é a situação da vaga. Ser inconveniente pode acabar aborrecendo o entrevistador, e ele pode descartá-lo como possibilidade de contratação.

Nada de camisas havaianas, chinelos, sandálias ou gravatas chamativas. Tampouco use uma saia curta demais, perfumes muito fortes, decote grande demais e maquiagem pesada. Não precisa necessariamente usar terninho, mas evitar um visual chamativo demais é sempre uma boa ideia, pois você vai lidar com o público.

Ao longo desta leitura foi possível compreender através das teorias abordadas e dicas, um pouco mais sobre o mundo do trabalho, formas de inserção no mercado de trabalho, preparação de currículos e entrevista de emprego.

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